Na margem do rio chorando, vomitando e gritando...
A dor me fazia soluçar... e eu só queria beijá-la.
O vento balançava os cabelos dos demônios do monte tibetano
A sujeira machucava meus olhos... saíam insetos pela minha boca.
E aquela doce menina estava sempre ao meu lado, eu a amava tanto...
Quando eu a amar corresponda-me com a morte, me faça sofrer mais uma vez.
Não tenha medo de devorar mais alguém... não tenha sentimentos...
Olha o estupro que sofremos, corrompidos pelo mundo!
Vamos lá meu amigo, embriague-se com todo esse caos,
deslumbre-se com a derrota, a vitória já se tornou monótona demais.
O sangue escorre pela nossa boca atraindo todos os olhares para nós
Corra, fuja... pule... a morte só é mais uma canção de amor,
fazendo nossos corações se decomporem.
Vou cortar minha garganta, pra ver se ainda tenho sangue,
vomitar a frustração... uma por uma.
Esquecer de respirar quando a corda apertar.
Será o corte mais rente a pele... com o machado cravado no crânio
infestado de vermes... mas eu já não me importo... correr pular e gritar...
Mentir, abandonar e dissimular... sou a voz repetindo na sua cabeça...
Correr, pular, gritar, voar e morrer novamente.
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